segunda-feira, 29 de março de 2021

 


O Comandante-geral da Polícia Militar, Paulo Coutinho, rebateu as críticas recebidas no domingo (28) após operação para conter um PM que passava por um suposto surto psicológico e afirmou que os policiais envolvidos só atuaram com a força quando foram ameaçados com os disparos de fuzil. 

“O prognóstico utilizado é concebido pela doutrina internacional do gerenciamento de crise, infelizmente tínhamos um provocador de evento crítico transtornado mentalmente, utilizando arma de grande porte e em determinado momento todos os recursos de isolamento e proteção foram esgotados. E ele direcionou a arma para a tropa poderia ter atingido os profissionais, mas também a comunidade daquele local”, afirmou durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira (29).

O Comandante-Geral explicou ainda que a distância impediu determinados métodos, como um tiro de tranquilizante no PM. “Tentamos negociar e com o desenvolvimento da ocorrência notamos lapsos violentos do soldado dando disparos para cima até que resolver atacar a todos com arma de guerra”, explicou, pontuando que, apesar dos disparos, os tiros atingiram o soldado apenas na perna e braço. O polícial veio a óbito nessa madrugada.

A PM informou ainda a abertura de um inquérito para esclarecer toda à ação.
Fonte: Varela Notícias

 


O Comandante-geral da Polícia Militar, Paulo Coutinho, rebateu as críticas recebidas no domingo (28) após operação para conter um PM que passava por um suposto surto psicológico e afirmou que os policiais envolvidos só atuaram com a força quando foram ameaçados com os disparos de fuzil. 

“O prognóstico utilizado é concebido pela doutrina internacional do gerenciamento de crise, infelizmente tínhamos um provocador de evento crítico transtornado mentalmente, utilizando arma de grande porte e em determinado momento todos os recursos de isolamento e proteção foram esgotados. E ele direcionou a arma para a tropa poderia ter atingido os profissionais, mas também a comunidade daquele local”, afirmou durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira (29).

O Comandante-Geral explicou ainda que a distância impediu determinados métodos, como um tiro de tranquilizante no PM. “Tentamos negociar e com o desenvolvimento da ocorrência notamos lapsos violentos do soldado dando disparos para cima até que resolver atacar a todos com arma de guerra”, explicou, pontuando que, apesar dos disparos, os tiros atingiram o soldado apenas na perna e braço. O polícial veio a óbito nessa madrugada.

A PM informou ainda a abertura de um inquérito para esclarecer toda à ação.
Fonte: Varela Notícias

 


                                        (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, pediu demissão do cargo na tarde desta segunda-feira (29). De acordo com nota da pasta, ele agradeceu ao presidente pelo tempo em que esteve à frente do ministério e deixou o cargo.

O Correio apurou que ele entregou uma carta ao presidente Jair Bolsonaro comunicando que deixaria o cargo. Abaixo do presidente Jair Bolsonaro, ele é o maior influenciador das Forças Armadas, e tem grande prestígio entre o Exército, Marinha e Aeronáutica.

Azevedo é general da reserva do Exército, e deixou o cargo horas após o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. No texto publicado em razão do pedido, o militar não apresenta os motivos que o levaram a sair do posto ocupado no Executivo.

"Agradeço ao presidente da República, a quem dediquei total lealdade ao longo desses mais de dois anos, a oportunidade de ter servido ao país, como ministro da Defesa. Neste período, preservei as Forças Armadas como instituições de Estado", disse.

Nos bastidores, fala-se que a saída dele poderia dar lugar ao ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que está sendo investigado pela Justiça Federal por suposta omissão no combate à pandemia de coronavírus, ou para o espaço ser concedido ao general Braga Netto, da Casa Civil. O governo ainda não anunciou um substituto.

Fonte: Correio Braziliense